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6. Cronograma e entregas

Data Versão Descrição Autor
01/09/2026 1.0 Versão inicial Equipe CyberSetor
06/09/2026 1.1 Seção redigida para o site Equipe CyberSetor
15/09/2026 1.2 Ajuste de validação na Sprint 1: alinhamento contínuo com a coordenação Equipe CyberSetor
17/09/2026 1.3 Calendário alinhado ao plano da Sprint 1; dependências entre as características, alcance do MVP, sprint de estabilização e momentos de validação Vinicius Vieira
17/09/2026 1.4 Prazos da Unidade 2 e workshop de 21/09 incorporados; calendário reorganizado em período, objetivo e entrega de fechamento Equipe CyberSetor

6.1 Calendário vigente

O projeto é organizado em sprints de duas semanas, ancoradas nas terças-feiras, conforme a estratégia da seção 4. A Sprint 0 é a única exceção, com três semanas, por coincidir com a formação da equipe e com o prazo da Unidade 1.

Sprint Período Objetivo Entrega que fecha a sprint
0 · Descoberta 18/08 – 08/09 Compreender o Instituto e o problema; formar a equipe e o processo Unidade 1: proposta, Documento de Visão, site e vídeo
1 08/09 – 22/09 Elicitar, analisar e declarar os requisitos Lista de requisitos funcionais e não funcionais
2 22/09 – 06/10 Validar os requisitos, priorizar e recortar o MVP Backlog priorizado, MVP e acordos de pronto e de concluído
3 06/10 – 20/10 Construir a primeira fatia vertical do produto Instrumento, projeto, meta e atividade em uso, com acesso por perfil
4 20/10 – 03/11 Tratar pessoas, participação e evidências Registro em campo e evidência vinculada à meta
5 03/11 – 17/11 Apurar progresso de metas e prestação de contas Unidade 3: progresso calculado e relatório exportável
6 · Estabilização 17/11 – 01/12 Corrigir, implantar, treinar e transferir, sem funcionalidade nova Produto implantado e equipe do Instituto treinada
Margem 01/12 – 08/12 Absorver contingência e encerrar, sem escopo novo Unidade 4: aceite e transferência

Uma sprint encerra e a seguinte inicia na mesma terça-feira porque esse dia é ocupado pelos ritos — Review, Retrospectiva e Planning —, e não pela produção: o plano da Sprint 1 atribui a ele capacidade produtiva zero. As datas coincidem por isso, sem que nenhum dia de trabalho seja contado duas vezes.

O planejamento é atualizado ao fim de cada sprint, na Retrospectiva. As Sprints 1 e 2 seguem o que a Sprint Planning de 08/09 deliberou; as seguintes são planejamento, a confirmar na Retrospectiva de 22/09, e não compromisso já validado pelo Instituto.

6.2 Dependências entre as características de produto

A ordem das sprints de construção segue a dependência de dados entre as características da seção 2.3, e não a ordem em que aparecem naquela tabela:

CP1 projetos e metas → CP2 atividades → CP5 pessoas → CP3 inscrição · CP4 participação em campo → CP7 evidências → CP6 progresso de metas → CP8 relatório e exportação
  • CP5 antes de CP3 e CP4. Inscrição, presença e contagem de participantes únicos dependem de uma base de pessoas com alerta de duplicidade e registro de consentimento. Por isso a Sprint 4 começa por CP5, e não termina nela.
  • Dados reais antes do relatório. CP6 e CP8 só fazem sentido sobre metas, atividades e evidências verdadeiras. O checkpoint de 29/10 existe para que a Sprint 5 parta de dados validados, e não de massa de teste.
  • Condições transversais, não acabamento. Autenticação e perfis, controle de acesso por área, auditoria, cópia de segurança e restauração acompanham cada incremento desde a Sprint 3; não ficam para a Sprint 6.
Sprint Características cobertas Condição de saída
3 CP1, CP2 · autenticação e perfis percurso instrumento → projeto → meta → atividade demonstrado com rastreabilidade
4 CP5, CP3, CP4, CP7 ensaio de campo sem perda nem duplicidade; checkpoint com dados reais realizado
5 CP6, CP8 progresso e relatório reproduzíveis sobre os dados do checkpoint
6 nenhuma nova produto implantado, restauração testada, pessoas treinadas, transferência ensaiada

6.3 Alcance do MVP e o que fica fora

Construir as oito características, mais operação sem conexão, sincronização, autenticação, cálculo de metas e exportação, é mais do que seis estudantes com dedicação parcial entregam em três sprints. O recorte é feito por critério: entra na hipótese de MVP o necessário para percorrer uma vez, com dados do Instituto, o ciclo que origina o problema — instrumento → projeto → meta → atividade → pessoa/participação → evidência → progresso → exportação para prestação de contas. Uma capacidade é obrigatória só se sua ausência impede esse percurso, viola condição legal ou torna o registro não confiável.

Ficam fora da hipótese ou condicionados, até a priorização da seção 10 na Unidade 2:

  • sinalização preditiva de metas em risco (parte da CP6): entra o cálculo explicável do progresso; alerta preditivo é desejável;
  • reprodução fiel do formulário de cada financiador (parte da CP8): entra o relatório em formato próprio com exportação tabular e índice de evidências; o adaptador específico depende dos modelos reais ainda não recebidos;
  • lista de espera e inscrição feita pela coordenação (parte da CP3): entram após a inscrição básica funcionar;
  • painel consolidado para a presidência, abertura de chamados e comprovação com coordenadas, capacidades levantadas com o Instituto que dependem de validação com a direção e de priorização, e não integram a hipótese atual;
  • integrações de mensagens (WhatsApp, SMS) e qualquer módulo financeiro, fora desta versão por decisão registrada na seção 2.

O recorte definitivo é resultado da priorização por MoSCoW e da matriz de valor de negócio × esforço técnico na Sprint 2, com validação do Instituto e alinhamento com o docente; até lá, o que esta seção descreve é hipótese de MVP.

6.4 Estabilização, implantação e transferência

A Sprint 6 e a margem final são tempo sem funcionalidade nova. O que se entrega nesse período:

Frente O que precisa estar pronto Evidência
Estabilização correções do checkpoint e da Review da Unidade 3; revisão de segurança dos perfis de acesso registro de defeitos fechados; teste de permissão por perfil
Implantação produto publicado no ambiente de produção descrito na seção 2.4, com domínio, certificado e cópia de segurança agendada endereço acessível às pessoas do Instituto; registro da configuração
Teste de restauração restauração da cópia externa em banco descartável, com a aplicação lendo os dados restaurados, cronometrada registro datado com identificador da cópia, tempo total e resultado — até ele existir, nenhuma afirmação de recuperabilidade é publicada
Treinamento sessões com as facilitadoras e com a coordenação, sobre o fluxo real de uma atividade e de um relatório ata do treinamento; roteiro de tarefas críticas executado pela pessoa treinada
Transferência credenciais entregues por canal seguro e acessos da equipe revogados; documentação de operação, manual de usuário e runbook técnico; domínio e certificado no nome do Instituto ou com renovação atribuída; infraestrutura inventariada sem segredos; cópia de segurança com política, cópia externa e último ensaio; responsáveis nomeados pelo Instituto — dono operacional, administrador técnico e substituto; dados exportados em formato aberto e conferidos checklist de transferência assinado pelo representante do Instituto

Quem recebe o sistema e quem custeia a manutenção após dezembro é definido com a direção do Instituto. A transferência é planejada de forma a não depender dessa definição para ser executada, mas o aceite formal depende dela.

6.5 Validação com dados reais

A validação não se concentra na última sprint. Há cinco momentos, cada um com objeto próprio:

  1. Sprint 1 (21/09): workshop de requisitos com a coordenação do Instituto, para apresentar a lista de requisitos, explicar o método de priorização e resolver divergências antes da entrega de 22/09.
  2. Sprint 2 (cerca de 29/09): modelo de meta e esboço de relatório sobre um projeto real, com a Diretoria de Projetos e o núcleo pedagógico — prevista na ata de 08/09.
  3. Sprint 4 (até 29/10): checkpoint com um projeto real e dados minimizados, percorrendo meta → atividade → participação → evidência, antes da sprint de relatório.
  4. Sprint 5 (17/11): Sprint Review do progresso de metas e do relatório sobre os dados do checkpoint.
  5. Sprint 6: validação final em uso real pelas áreas competentes, durante o treinamento.

Cada momento é registrado em ata e na seção 7.2 apenas depois de realizado; intenção e convite não contam como validação.

6.6 Marcos da disciplina

Data Marco Onde cai
10/09 Apresentação da Unidade 1 Sprint 1
22/09 Entrega da lista de requisitos funcionais e não funcionais fechamento da Sprint 1
22 a 24/09 Semana Universitária, sem aula início da Sprint 2
29/09 Entrega do MVP, com ajustes e validações interior da Sprint 2
13/10 Entrega da Unidade 2 interior da Sprint 3
17/11 Entrega da Unidade 3 fechamento da Sprint 5
24/11 Questionário de avaliação geral Sprint 6
01 a 08/12 Entrega da Unidade 4 margem final

As entregas que caem no interior de uma sprint são verificadas pelo conteúdo publicado na data, e não pelo fechamento da sprint. A equipe realiza a Retrospectiva ao fim de cada sprint; as ações de melhoria acumuladas em cada unidade compõem a seção 11.