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Cliente

Reunião com cliente #01: Validação da Visão Inicial e Alinhamento Pedagógico

Data: 08/04/2026

Participantes: Profª. María del Pilar (Cliente/PO) e Equipe G4.

Reunião com cliente #02: Alinhamento para início do desenvolvimento do BackLog.

Formulamos algumas perguntas previamente que nos ajudariam a ter uma orientação e um alinhamento para começarmos a desenvolver o BackLog do nosso produto. A professora Pílar foi solícita e zelosa ao responder nossas perguntas.

Houve erro na gravação do vídeo da reunião, mas conseguimos capturar o áudio das respostas da cliente para nossas perguntas, assim evidenciado abaixo.

  • Pergunta 1:

"Como a senhora imagina o fluxo perfeito? O aluno entra, vê uma lista de morfemas, arrasta, e o que exatamente deve aparecer na tela quando ele acerta ou erra?"

A interface deve manter o modelo de blocos do jogo físico. O sistema deve ter níveis de dificuldade.

Pontos a detalhar (para a professora complementar):

  • Como seria a transição visual entre um nível e outro?

  • O aluno escolhe o nível ou o sistema define automaticamente?

  • O feedback de erro deve mostrar apenas “errado” ou explicar o motivo?"

Resposta 1: Fluxo, Níveis e Feedback (Citações Diretas)

  • Interface e Visual

Conceito Lego: "Acho muito pertinente a ideia de ser uma caixa de lego mesmo (...), as informações estão dispostas lá (...) os blocos todos misturados e eles vão puxando diferentes blocos e tentam construir palavras."

Cores dos Blocos: "...lembrando que os blocos são codificados por cor (...) a raiz é vermelha, o radical é vermelho. O prefixo, acho que eu coloquei ele verde-claro, sufixo verde-escuro..."

  • Dinâmicas de Jogo

Nível Mais Fácil: "...serem caixinhas já separadas [por tipo de morfema], e aí pega (...) um morfema de cada caixinha e monta uma palavra."

Nível Básico (Lúdico): "...se a pessoa acertasse, formar a imagem do objeto (...) de lego (...) por exemplo, processo de formação de composição, beija-flor. Aí a pessoa coloca certinho, aí forma um beija-florzinho..."

Análise Morfológica: "...ter uma palavra montada e aí ter os processos para serem indicados (...) classificação daquele morfema e o processo de produção daquela palavra..."

"Forca" Morfológica: "...encaixar morfemas ali que dessem conta daqueles espaços (...) em vez de ter só os tracinhos, teria embaixo o processo morfológico (...) e em cima (...) colocaria o morfema..."

  • Seleção de Níveis

Escolha: "Eu entendo que o estudante deva escolher o nível, tá?"

Nomes: "...pode colocar inicial, iniciante (...) e o nível avançado, ou colocar mesmo ensino básico (...) e ensino superior..."

  • Feedback de Erro

Tom Amigável: "...talvez 'tente outra vez', 'ainda não é isso', algo assim, né? Modalizado pra ficar [mais gentil]..."

  • Pergunta 2:

O Padrão de Dados (Catálogo)

"Para construirmos o Catálogo de Morfemas, a senhora já tem uma lista ou planilha com os radicais, prefixos e sufixos catalogados que possamos usar para alimentar o banco de dados?"

A professora vai enviar a carga inicial de dados. Pontos a detalhar:

  • Já estão classificados por categoria (prefixo, radical, sufixo)?

Resposta 2: "Assim, a listinha que eu tenho já tá classificada, tá? Aí, ela tá em formato de etiquetas, que foi o que eu montei pra fazer o jogo analógico, mas eu posso facilmente transformar isso numa planilha, tá? Pra facilitar pra vocês."

  • Pergunta 3:

As Regras de Correção

"No jogo físico, quais são as regras exatas que a senhora usa para dizer que uma combinação morfológica é inválida? Existe alguma exceção ou ‘pegadinha’ comum que o sistema precisa saber identificar?"

Vogal no início e no final da palavra pode gerar significado diferente — isso é uma “pegadinha” comum que o sistema precisa identificar.

Pontos a detalhar:

  • Existem outras exceções além dessa?

  • Essas regras mudam conforme o nível de dificuldade?

Resposta 3: Regras de Correção e Exceções (Citações Diretas)

  • Sobre as Exceções e "Pegadinhas": "Não há exceções, há padrões e experiência: "Não existe, assim, vocês colocaram exceções à regra, né? Na verdade, os morfemas, eles têm uma regularidade bastante forte (...) Então, não é exatamente essa ideia de exceção à regra (...) mas são especificidades da linguagem (...) Nós somos mestres em reconhecer padrões."

Exemplo de padrão na Computação: "Toda vez que a gente vai criar uma nova palavra, um novo verbo em português, a gente usa a forma mais prototípica (...) que é a terminação em A, né? AR. Então, por exemplo, 'startar', 'deletar' (...) Você vai sempre escolher a primeira conjugação, porque ela é a mais padronzinha."

  • Mudança de Regras por Nível

As regras são fixas: "Em relação às regras, elas não mudam conforme o nível, tá? A única coisa que vai mudar conforme o nível é o grau de explicação."

Nível Básico: "...a gente vai explicar o morfema pelo nomezinho dele, né? Então, isso é um sufixo [prefixo] de formação de negação. Por exemplo, prefixo 'in'."

Nível Avançado (Graduação): "...além disso, eu posso colocar uma explicação mais teórica, mais robusta, com citação bibliográfica, coisas assim, entendeu? Mas não muda a regra, não."

Os áudios para evidência podem ser consultados no link do Google Drive destacado.

Reunião realizada via Google Meet (07/05/2026)

Feedback sobre o protótipo aprovado para o MorfoBlocos Digital

Protótipo validado