11 LIÇÕES APRENDIDAS - Unidade 2
A Unidade 2 marcou a transição do grupo de uma fase exploratória para uma fase operacional e técnica, focando na construção efetiva dos artefatos de requisitos. A equipe aplicou na prática a elicitação estruturada, refletiu sobre o papel social do software, definiu critérios de qualidade (DoR/DoD) e construiu o Backlog do Produto.
Dificuldades enfrentadas e como foram superadas:
A principal dificuldade da equipe nesta etapa foi a priorização dos requisitos funcionais e não funcionais. Inicialmente estruturada apenas com uma matriz simples de valor × esforço, a priorização carecia de um método mais objetivo e fundamentado. A solução encontrada, orientada pelo feedback do professor, foi a adoção do método ICE (Impact, Confidence, Effort). A equipe passou a avaliar cada requisito considerando seu impacto para o negócio, nível de confiança e esforço técnico. A aplicação desta métrica trouxe consistência, transparência e rastreabilidade para a ordenação do backlog.
Pontos fortes identificados:
A equipe demonstrou forte engajamento técnico e maturidade ao buscar fundamentação teórica antes de tomar decisões de modelagem, o que reduziu o retrabalho e elevou a qualidade dos artefatos. A reflexão sobre a intervenção social do software foi outro destaque, com a equipe propondo mitigações concretas para o contexto do Liaison, demonstrando real compreensão da dimensão sociotécnica. Além disso, a comunicação e o processo KanbanXP se mantiveram consistentes, com uso adequado do GitHub para gerenciamento de tarefas e revisão de código.
Ações de melhoria para a Unidade 3:
- Refinamento contínuo: Institucionalizar sessões regulares de refinamento do backlog para adaptar e detalhar as histórias de usuário à medida que o desenvolvimento avança.
- Automação de testes: Garantir a aplicação da prática de testes automatizados alinhado aos critérios de DoD estabelecidos.
- Monitoramento social: Acompanhar na prática as ações de mitigação de intervenção social propostas, com atenção especial à privacidade de dados (LGPD) e à acessibilidade digital das ONGs.