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11. Lições Aprendidas

Esta seção registra, ao final de cada unidade da disciplina, o que a equipe aprendeu com o processo de Engenharia de Requisitos, com o ScrumXP e com o contato real com a Associação Mães Guerreiras. Cada bloco abaixo deve ser preenchido pela equipe logo após a Retrospectiva da unidade correspondente (seção 5.1).

Unidade 1

1. Comunicação e Validação de Requisitos com Stakeholders

  • Desafio: A coleta de requisitos dependeu de um questionário assíncrono. As respostas das coordenadoras foram enviadas muito próximo ao prazo de entrega, revelando necessidades que não estavam mapeadas. Isso gerou um grande desalinhamento tardio, forçando a equipe a refatorar quase todo o projeto de última hora para adequar o sistema.

  • Ação de melhoria: Para as próximas unidades, a equipe mudará a forma de extrair essas informações. Substituiremos os questionários longos por reuniões síncronas curtas (ciclos rápidos de feedback) para validação direta. Além disso, estabeleceremos um acordo formal de prazos com as coordenadoras, definindo datas-limite claras para a aprovação de protótipos e requisitos, garantindo que qualquer mudança seja absorvida no início do ciclo de desenvolvimento, evitando o retrabalho na véspera da entrega.

2. Distribuição de Tarefas e Adoção de Metodologia

  • Desafio: No início da Unidade 1, a equipe teve dificuldades para distribuir as tarefas de forma equilibrada e eficiente, pois ainda não tínhamos domínio sobre qual metodologia de trabalho utilizar e como aplicá-la na prática. Isso gerou momentos de desorganização e falta de clareza sobre as responsabilidades de cada membro.

  • Ação de melhoria: Para as próximas unidades, a equipe decidiu adotar formalmente práticas do framework Scrum. Passaremos a organizar nosso trabalho em ciclos fixos (Sprints) e utilizaremos um Product Backlog para listar e priorizar as tarefas. Além disso, definiremos responsáveis claros para cada história de usuário durante as reuniões de planejamento (Sprint Planning), garantindo que todos saibam exatamente o que precisam fazer e evitando sobrecarga ou ociosidade.

3.Alinhamento de Expectativas e Prevenção do Excesso de Automação

  • Desafio: Através do questionário, a stakeholder expressou o desejo de uma automação completa de diversos processos físicos, como a criação de um sistema de senhas para a entrega quinzenal da "sacola verde". A equipe analisou o contexto sociotécnico e concluiu que essa automação era inviável e desnecessária. Ela criaria uma barreira tecnológica para um processo humano esporádico, dificultando a usabilidade, gerando sobrecarga cognitiva para as usuárias e prejudicando a adesão ao produto principal.

  • Ação de melhoria: A equipe assumiu seu papel de mediadora, focando em orientar o projeto para a geração de valor real, e não apenas para a entrega de funcionalidades solicitadas. Para as próximas etapas, mitigaremos essas divergências aplicando técnicas de priorização colaborativa com o cliente, como o método MoSCoW (para separar o que é essencial do que é apenas desejável) ou a Matriz de Valor de Negócio × Esforço Técnico. Assim, garantimos que os requisitos negociados tragam benefícios concretos sem complicar a rotina do projeto Mães Guerreiras.

Unidade 2

O que funcionou bem:

  • (preencher)

O que pode melhorar:

  • (preencher)

Principal aprendizado de cada integrante:

  • Luan: (preencher)
  • Isabella: (preencher)
  • Luis: (preencher)
  • Ian: (preencher)
  • Pedro: (preencher)
  • Vitor: (preencher)

Unidade 3

O que funcionou bem:

  • (preencher)

O que pode melhorar:

  • (preencher)

Principal aprendizado de cada integrante:

  • Luan: (preencher)
  • Isabella: (preencher)
  • Luis: (preencher)
  • Ian: (preencher)
  • Pedro: (preencher)
  • Vitor: (preencher)

Unidade 4

O que funcionou bem:

  • (preencher)

O que pode melhorar:

  • (preencher)

Principal aprendizado de cada integrante:

  • Luan: (preencher)
  • Isabella: (preencher)
  • Luis: (preencher)
  • Ian: (preencher)
  • Pedro: (preencher)
  • Vitor: (preencher)