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Lições - Unidade 2

Durante a Unidade 2 consolidamos a elicitação de requisitos a partir das entrevistas e definimos critérios mais claros de prontidão e aceitação. Abaixo estão os principais aprendizados observados durante a fase de planejamento e elicitação.

Definir critérios mínimos antes de iniciar uma tarefa (Definition of Ready) reduziu dúvidas de escopo e permitiu que as atividades começassem com menos bloqueios. Requisitos com regras de negócio bem descritas ficaram mais prontos para implementação e revisão.

Agrupar os requisitos por componentes (perfis, feed, projetos, publicações, processos seletivos, notificações, métricas e integração) facilitou a comunicação entre os membros da equipe e tornou a rastreabilidade mais prática durante as discussões.

O uso da matriz Valor × Esforço ajudou a orientar as conversas com os stakeholders e a escolher um escopo de MVP alinhado às expectativas. A prática de explicitar valor de negócio durante a priorização trouxe maior transparência às decisões.

Trabalhar explicitamente com requisitos não funcionais chamou atenção para privacidade e segurança desde cedo. Ao lidar com exemplos e casos de uso, percebemos a importância de tratar dados sensíveis de forma diferenciada e de considerar anonimização nas métricas; essas decisões foram documentadas e planejadas, não implementadas.

Mapear dependências técnicas entre frontend e backend (rotas, APIs e estruturas de dados) revelou-se essencial durante o planejamento para reduzir retrabalho e manter alinhamento entre as frentes.

A interação contínua com stakeholders durante a fase de validação evidenciou que validações rápidas de protótipos e critérios reduzem mal-entendidos e permitem ajustes antes do desenvolvimento.

Resumo

A Unidade 2 fortaleceu nossa habilidade de transformar entrevistas em requisitos rastreáveis, priorizar com foco em valor e articular requisitos técnicos e não funcionais de forma mais clara. Esses aprendizados sustentam a execução das próximas entregas.