Lições Aprendidas
Unidade 1
Uma lição importante aprendida no projeto com o cliente real foi a necessidade de organizar as entregas e definir metas claras para garantir o progresso. Dividir o projeto em etapas com prazos definidos ajudou a manter o foco e permitiu que o cliente acompanhasse o avanço de cada fase. Estabelecemos metas intermediárias, que facilitaram ajustes rápidos e reduziram o risco de desvios em relação ao objetivo final. A organização das entregas em cronogramas detalhados, previamente alinhados com o cliente, também ajudou a gerenciar expectativas e proporcionou um fluxo de trabalho mais eficiente e transparente para todos os envolvidos.
Unidade 2
Aprendemos que a declaração de requisitos deve ser clara, específica e mensurável para evitar ambiguidades e alinhar as expectativas dos stakeholders. Já a definição do MVP (Produto Mínimo Viável) é fundamental para entregar valor rapidamente, priorizando as funcionalidades essenciais que atendam às necessidades dos usuários e objetivos do negócio. Ambos os conceitos são cruciais para reduzir riscos e garantir o sucesso do projeto de software.
Unidade 3
Aprendemos que tanto o PBB (Product Backlog Building) quanto o USM (User Story Mapping) são fundamentais para a organização e priorização das tarefas em um projeto. O PBB nos ajudou a manter o time focado ao dividir o backlog em pequenas histórias de usuário, alinhadas com metas claras, garantindo um progresso constante e transparente. Já o USM reforçou a importância de declarar requisitos de forma clara e mapear o fluxo do usuário, permitindo ajustes rápidos e alinhando as entregas com as expectativas dos stakeholders. Além disso, aprendemos a importância de declarar critérios de aceitação de forma clara para evitar problemas no momento da implementação das histórias e também aprendemos a utilizar Cenários para utilizar na validação dos critérios de aceitação.
Unidade 4
Aprendemos que o modelo de casos de uso é essencial para a definição clara das interações entre os usuários e o sistema, proporcionando uma visão detalhada das funcionalidades que o sistema deve oferecer. Através de um modelo estruturado, conseguimos mapear as ações e respostas do sistema de maneira compreensível para todos os envolvidos no projeto. Além disso, a especificação dos casos de uso se mostrou fundamental para garantir que todos os requisitos sejam documentados de forma precisa, permitindo uma comunicação eficaz entre as equipes de desenvolvimento e o stakeholder. Isso também contribui para uma melhor análise e validação do sistema, ajudando a reduzir erros durante a implementação.